Alimentos e Bebidas
Setor em que a Magma concentra o maior número de mandatos, de indústrias regionais a grupos nacionais.
O próximo passo do seu negócio.
Especialistas em fusões e aquisições (M&A) e captação de recursos no mercado de capitais (DCM). Desde 2010, transformando objetivos de empresários, empresas e investidores em operações e resultados concretos.
Há mais de 15 anos conectando empresários, empresas e investidores.
Boutique de assessoria financeira especializada em transações societárias e captação de recursos, com sócios presentes em todas as etapas, do início ao fechamento. Organização, confidencialidade e rigor técnico em cada negociação.
Cada mandato combina uma ou mais frentes, de acordo com o momento da empresa e dos seus sócios.
Assessoria Financeira
Serviços Especializados
Avaliação técnica sólida para negociar, tomar decisões e resolver disputas.
Saiba mais →Somos agnósticos a setor: nossa especialidade é o processo de M&A e a estruturação de transações financeiras, o que nos permite atender empresas de qualquer segmento. Abaixo, alguns dos setores em que já atuamos.
Setor em que a Magma concentra o maior número de mandatos, de indústrias regionais a grupos nacionais.
Laticínios, queijarias e cadeia de captação de leite.
Manufatura, embalagens e bens intermediários.
Insumos, originação e agroindústria.
Indústria farmacêutica, clínicas e healthtechs.
Software e serviços digitais B2B.
Redes regionais e serviços especializados.
Atendemos empresas e empresários de qualquer setor. Somos especialistas nos processos e etapas de uma transação e temos capacidade de absorver rapidamente as particularidades de cada negócio.
Sell-side
adquiriu a totalidade do capital da
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A Magma divulga apenas informações públicas e/ou mediante autorização.
Cada mandato é conduzido diretamente por profissionais seniores, apoiados por um time com excelente formação acadêmica.
Nelson Bandeira·Vice-Presidente
Fusões e aquisições bem planejadas aceleram o crescimento, trazem escala e novas competências e geram liquidez para empreendedores e investidores. Não são ferramentas exclusivas das grandes companhias: empresas médias e pequenas podem usá-las de forma ativa, como compradoras ou vendedoras – desde que cheguem preparadas.
Em 2025, o Brasil registrou 1.877 transações de M&A, que somaram R$ 313,5 bilhões – alta de 7% em número e de 15% em valor sobre 2024, segundo a TTR Data[1]. Tecnologia (340 operações) e imobiliário (200) lideraram; investidores americanos fizeram 162 aquisições no país, e fundos estrangeiros de private equity e venture capital ampliaram seus investimentos em 18%.
Em 2026, o ritmo mudou: até agosto foram 834 transações (−31%), mas R$ 210,7 bilhões em valor (+11%)[2]. Menos negócios, cheques maiores – um mercado que premia quem chega preparado.
Grandes grupos têm áreas dedicadas a M&A, mas é um equívoco ver as empresas menores apenas como alvos passivos. Elas podem atuar como:
Há capital para boas teses: só o private equity fez 119 operações no Brasil em 2025, somando R$ 56,8 bilhões[1]. Somam-se venture capital, family offices, search funds e compradores estratégicos, apoiados por um ecossistema maduro de bancos, boutiques, escritórios de advocacia e auditorias.
Uma operação de M&A é uma decisão estratégica: mal tomada ou mal executada, destrói valor. As etapas essenciais são:
A abordagem inicial deve preservar o anonimato – algo que se perde quando o próprio empresário faz o contato. Assessores financeiros trazem sigilo, ritmo e análise imparcial, e servem de anteparo nas negociações, permitindo que o empreendedor mantenha o foco no negócio e participe apenas das decisões relevantes. Os assessores jurídicos completam o time, da due diligence ao contrato de compra e venda (SPA). Uma operação de M&A é como uma cirurgia de grande porte: depende de planejamento, preparo e execução especializada. E, assim como é o cirurgião experiente quem deve estar com o bisturi na mão, nos momentos críticos é fundamental que assessores experientes estejam ao lado do empresário ou do investidor, garantindo que todos os detalhes sejam cuidados.
M&A não é para poucos, mas os bons resultados ficam com quem se prepara: tese clara, governança, números organizados, bons assessores e iniciativa. Num mercado com menos transações e mais capital por operação, preparação deixou de ser diferencial – virou condição.
João Luiz Alves·Vice-Presidente
O assessor financeiro tem muitas funções em um processo de fusões e aquisições. Neste artigo, discutimos algumas questões que fazem a diferença para empreendedores que pensam em passar por um processo de M&A.
Para o assessor, o processo começa muito antes de as partes conversarem. Ele levanta previamente as informações relevantes da empresa e faz um diagnóstico qualificado, identificando as questões-chave para que a operação seja bem-sucedida. Nessa etapa, analisa em detalhe os balancetes e outras informações, como contratos, folha salarial, acordos comerciais e relação de representantes.
Com esse trabalho prévio, o assessor compreende quais contingências poderão ser objeto de discussão na negociação e calcula corretamente o EBITDA, a dívida líquida e o capital de giro, antecipando os ajustes necessários para que esses números estejam adequados a um processo de diligência. Uma conversa com os sócios também ajuda a identificar os anseios de cada um, evitando surpresas e divergências ao longo do processo.
O método de fluxo de caixa descontado costuma ser a principal ferramenta da avaliação econômico-financeira do negócio, coordenada pelo assessor. Ela considera o desempenho histórico e as premissas da administração que embasam as projeções de crescimento, margens e investimentos. De forma complementar, são usadas análises de múltiplos de mercado e de transações comparáveis, para balizar um intervalo de valores tecnicamente defensável.
Conduzida dessa forma, a avaliação ajuda o cliente nas decisões durante a negociação e oferece ao empresário uma visão estratégica das alavancas de geração de valor da empresa.
Definida a estratégia com a empresa, o assessor inicia o roadshow de apresentação do negócio, que pode ser mais ou menos estruturado conforme o formato da transação e o horizonte de tempo envolvido. Nessa fase, o networking, a experiência e a capacidade de alcançar investidores e empresas estratégicas são decisivos. Muitas vezes, os assessores conhecem bem determinados mercados e têm vantagem competitiva para conduzir essas abordagens.
O assessor centraliza as conversas e usa todo o material produzido no diagnóstico e na avaliação para conduzir apresentações, esclarecer dúvidas e liderar as negociações. Outra função importante é retirar a emoção da mesa, o que, sem um assessor, poderia prejudicar as conversas em fases críticas. Sem uma área especializada em M&A, dificilmente o empresário teria condições técnicas e operacionais de conduzir o processo nesses termos sem perder o foco no dia a dia da operação.
A negociação pode tomar rumos diferentes, e a experiência em diversas transações faz a diferença na definição da estrutura do negócio. O preço é sempre importante, mas diferenças de expectativa podem ser superadas com estruturas alternativas, como transações faseadas, mecanismos de earn-out e opções de compra e venda futuras, entre outras.
Depois da assinatura do memorando de entendimentos, ainda há um longo caminho até o fechamento. Na due diligence, negociam-se as contingências identificadas e confere-se o cálculo da dívida líquida e do EBITDA, quando a transação está de algum modo condicionada a esses indicadores – o que é frequente. O conhecimento técnico do assessor ajuda muito nessas discussões. Na fase final, o assessor trabalha com os advogados para garantir que os contratos e seus anexos reflitam tudo o que foi negociado.
No buy-side, o papel do assessor muda de lado, mas não de importância. O trabalho começa pela definição da tese de aquisição: que tipo de empresa faz sentido, em quais regiões, faixas de tamanho e critérios de encaixe estratégico. A partir daí, o assessor mapeia e qualifica alvos – muitos deles não estão formalmente à venda – e faz a abordagem de forma sigilosa, preservando a identidade do comprador até o momento adequado.
Com o alvo engajado, o assessor organiza o levantamento de informações, avalia o negócio e estima as sinergias, para definir um intervalo de preço e o valor máximo a pagar – a disciplina de não pagar acima do que a tese justifica é uma de suas principais contribuições. Também estrutura a proposta não vinculante com mecanismos que protegem o comprador, como ajustes de preço por dívida líquida e capital de giro, retenções, earn-out e garantias, e coordena a due diligence com auditores e advogados, traduzindo os achados em ajustes de preço ou de contrato.
Por fim, apoia o planejamento da integração e, quando necessário, a estruturação do financiamento da aquisição, para que o valor previsto na tese de fato se materialize após o fechamento.
Por fim, o trabalho de um bom assessor inclui o acompanhamento depois do fechamento: ele apoia o cliente nas discussões sobre cláusulas contratuais que surgirem no futuro e na resolução de eventuais conflitos.
Entender a complexidade e a abrangência dessas atividades mostra como o trabalho de um bom assessor financeiro vai muito além de simplesmente aproximar duas partes para uma eventual negociação.
Pedro Koerich·Vice-Presidente
Com juros altos e crédito caro, muitos empresários se perguntam onde buscar capital para crescer, consolidar seu setor ou atravessar um momento de pressão financeira. Uma resposta pode estar na associação com investidores financeiros – os fundos de private equity (PE), conhecidos por alguns empresários, mas ainda pouco familiares para muitos.
Esses investidores seguem ativos no Brasil: em 2025, os fundos de PE fizeram 119 operações no país, que somaram R$ 56,8 bilhões, segundo a TTR Data[1]. Em 2026, com o capital mais caro, o ritmo desacelerou – 56 operações até agosto (−13%), somando R$ 34,5 bilhões[2] – e os gestores ficaram mais seletivos. Chegar preparado faz ainda mais diferença. Resumimos abaixo os principais pontos.
Fundos de private equity são administrados por gestores profissionais como alternativa de investimento para seus clientes. Eles alocam recursos em empresas de capital fechado ou aberto, por meio da aquisição ou subscrição de ações – tornando-se sócios – ou, em alguns casos, da subscrição de debêntures.
Como a maioria dos negócios envolve empresas de médio porte e de capital fechado (o chamado middle market), trata-se de uma alternativa de maior risco, e os gestores buscam retornos acima da média do mercado, em geral na faixa de 15% a 25% ao ano. Os fundos, porém, correm os mesmos riscos do empresário e da operação, e os retornos variam conforme o desempenho dos negócios investidos.
Para entregar o retorno exigido, os gestores avaliam principalmente:
Há três estruturas tradicionais:
Cada empresário tem seu estilo de gestão e seus objetivos pessoais e profissionais, e conhecê-los bem é essencial para escolher o fundo certo. De forma resumida, há fundos de perfil passivo e de perfil ativo em relação à gestão, e a interação no dia a dia muda radicalmente entre eles.
Fundos passivos costumam adquirir participações minoritárias e atuam como apoiadores qualificados da gestão atual. Por meio do conselho, ajudam a discutir estratégias e melhorias. Com experiência em vários negócios e uma ampla rede de relacionamentos, facilitam a atração de talentos, o acesso a novos tipos de financiamento e a condução de aquisições, entre outras frentes de desenvolvimento corporativo. Em geral, indicam um diretor financeiro de sua confiança ou, no mínimo, validam o modelo de gestão.
Fundos ativos, na maioria dos casos, assumem posição majoritária, embora o controle possa ser compartilhado. Sua atuação é mais intensa e presente na operação; há casos em que o fundador deixa o dia a dia e passa a atuar como conselheiro. A escolha dos principais executivos e as decisões estratégicas passam a ser, sobretudo, prerrogativa do novo sócio, para acelerar o crescimento.
Outro ponto é o conhecimento setorial. Boa parte dos fundos é generalista, com investidas em diversos setores. Há também fundos especializados – em educação, saúde, tecnologia ou agronegócio, por exemplo –, o que pode gerar sinergias entre as investidas e melhorar as perspectivas de crescimento e rentabilidade.
Em momentos de crise e estresse financeiro, ganham destaque os fundos voltados a empresas em dificuldade financeira ou operacional, os chamados distressed funds. Focados em reestruturação, podem ter viés mais financeiro – readequar e renegociar o passivo – ou operacional, implementando melhorias que recuperem a rentabilidade.
Antes de buscar um parceiro financeiro, destacamos quatro aspectos fundamentais para o sucesso da operação e da relação depois dela:
Nelson Bandeira·Vice-Presidente
Durante um processo de M&A é comum, após a aproximação inicial das partes, o processo evoluir mediante a chamada Oferta não Vinculante ou NBO, contida em documentos também denominados como Carta de Intenções (Letter of Intent “LoI”) ou Memorando de Entendimento (Memorandum of Understanding “MoU”), que expressa a convergência de vontades das partes em evoluir na negociação, indicando as linhas mestras e as ações que serão tomadas em conjunto, visando uma possível transação.
Neste artigo, o termo NBO será adotado para fazer referência ao documento que deve traduzir a vontade das partes de avançar na negociação e garantir que haja uma comunhão de ideias em torno, principalmente, do preço do ativo em questão e das principais condições da possível transação, antes que as partes envolvidas se aprofundem nas tratativas, contratem qualquer obrigação de exclusividade e invistam tempo e recursos expressivos na realização de auditorias e contratação de assessores legais.
Assim, sem pretender esgotar o tema, uma vez que cada NBO deve comportar as especificidades, exceções e sofisticações de cada caso, o presente artigo aborda as características de uma NBO e os principais aspectos que podem e/ou devem ser tratados até sua formalização.
Em primeiro lugar, cumpre ressaltar que uma NBO nasce como um documento unilateral, pois, geralmente, traduz a vontade da parte que realiza a oferta inicial, indicando as condições que ela pretende estabelecer para desenvolver a transação; contudo, ao final, se assinada pelas partes, será um contrato bilateral, que estabelecerá direitos e obrigações para ambas as partes. Evidentemente, o receptor da oferta inicial pode se satisfazer com as condições originárias e aceitar a oferta sem retoques; contudo, a experiência revela que, em geral, as partes acabam por negociar os termos deste contrato.
Não é exagero apontar como mandatória a necessidade de revisão e negociação dos termos de uma NBO, pois ainda que possua caráter não vinculante em relação a diversos pontos, estabelecendo obrigações condicionais e/ou suspensivas, este contrato cria sim obrigações vinculantes e traz repercussões que podem gerar e/ou destruir valor, com reflexos, por vezes, danosos no andamento dos negócios ou à reputação das partes envolvidas, sendo necessário o devido balanceamento e a acomodação de interesses e responsabilidades das partes.
Assim, a parte que recebe ou apresenta uma NBO deve encarar como natural apresentar ou receber uma contraoferta e negociar os termos deste documento, que deve refletir a comunhão de intenções de ambas as partes, sendo, portanto, em nossa modesta opinião, mais adequado para este documento o nome de Memorando de Entendimentos.
Por outro lado, cumpre destacar que uma NBO não vinculante não é integralmente desprovida de direitos e/ou obrigações vinculantes; em outras palavras, a NBO, em geral, não obriga as partes a realizar o negócio pretendido, que, se tudo correr bem, será sedimentado através de um outro documento específico, o chamado Contrato de Compra e Venda (Sale and Purchase Agreement – “SPA”).
Uma NBO propõe regras condicionais ou indicativas, ou seja, não vincula questões relativas a preço, forma de pagamento, regras de ajustes de preço, entre outras; contudo, por outro lado, possui, ou melhor, deve possuir cláusulas e obrigações vinculantes ligadas a prazo de exclusividade, confidencialidade, lei aplicável, resolução de disputas, rescisão, custos e despesas, entre outras, que permitam regular de forma justa e eficaz a relação que será buscada entre as partes, bem como as hipóteses de insucesso, minimizando riscos para os envolvidos, definindo caminhos seguros para concretização ou não do negócio, sendo imprescindível a participação de profissionais experientes na negociação e contratação eficaz dos termos de uma NBO.
Como já mencionado, não há um modelo padrão de NBO, pois cada caso exige um documento único, aderente à vontade das partes e à dinâmica dos negócios e tratativas. Assim, seguem abaixo termos que geralmente fazem parte do racional da formulação e negociação de NBOs. Vale destacar que a função do quadro abaixo é ilustrativa e outros termos e/ou questões podem surgir ou ser mandatórios conforme a dinâmica de cada transação.
| Termos | Questões Endereçadas |
|---|---|
| Preço | Valor estimado do ativo? |
| Ajustes de Preço |
|
| Forma e Prazo de Pagamento |
|
| Estrutura da Transação |
|
| Exclusividade |
|
| Garantias | Serão prestadas garantias? |
| Cronograma de Atividades | Previsão de atividades e prazos até o fechamento? |
| Due Diligence e Acesso a informações |
|
| Garantias e Indenizações | Garantias por prejuízos decorrentes do processo? |
| Não concorrência e Vinculação |
|
| Tratamento a executivos e colaboradores pós-fechamento |
|
| Impedimentos e Manutenção do Negócio | Limitações, impedimentos e diretrizes de condução dos negócios enquanto estiver pendente o fechamento da operação? |
| Rescisão | Hipóteses de rescisão das obrigações vinculantes? |
| Custas e Despesas | Qual a responsabilidade das partes em relação aos custos e despesas da transação? |
| Lei aplicável | Qual lei regula a relação das partes contratada na NBO, em caso de disputa? |
| Resolução de Disputas e Jurisdição | Qual a forma de solução de disputas e a jurisdição aplicável? |
Os tópicos destacados em cinza são geralmente vinculantes; os demais podem ser vinculantes ou não.
Uma NBO, como o próprio nome leva a concluir, revela intenções e entendimentos, e não expressa vontades definitivas e 100% exigíveis; por isso contém a chamada oferta não vinculante, com exceção, como já exposto, de certas disposições.
A natureza não vinculante do documento se deve ao fato de que somente ao longo do percurso da negociação e após a due diligence as partes terão a clareza necessária para decidir firmar ou não o Contrato de Compra e Venda definitivo e, em caso positivo, quais deverão ser as condições aplicáveis. Assim, a NBO serve para vincular as partes a iniciar o percurso da transação, mas sem a obrigação de concluí-la; contudo, para a proteção dos interesses das partes envolvidas, certas disposições são comumente 100% vinculantes, conforme indicadas no quadro acima.
Vale ressaltar que a boa técnica ensina que a LoI deve declarar de forma específica e expressa quais são seus termos vinculantes e não vinculantes, pois a falta de assertividade nesse sentido, em caso de conflito, pode resultar na aplicação ou não de determinada regra, de forma contrária à vontade originária das partes.
Uma NBO pode ser mais ou menos detalhada de acordo com o interesse dos envolvidos, mas, em linhas gerais, a negociação de pontos específicos e de forma mais completa tende a tornar o restante do processo mais assertivo e ajuda a identificar desde o início eventuais questões intransponíveis (deal-breakers), evitando investimentos desnecessários. Por outro lado, a antecipação de discussões sensíveis pode também resultar na interrupção prematura da negociação por conta de pontos que poderiam ser melhor tratados no curso da negociação.
Em situações mais dinâmicas é plenamente cabível uma NBO objetiva, na qual se estabelecem condições relativas a valor, garantias gerais e exclusividade, com obrigações não vinculantes, em sua maioria. A vantagem de NBOs objetivas reside no fato de que agilizam o avanço das negociações e podem ser úteis para o comprador em casos de processos competitivos, tendo a função de garantir exclusividade e/ou manter o engajamento com o alvo. A desvantagem está no fato de postergar o enfrentamento de questões que no futuro podem representar empecilhos, levando a investimentos de tempo e recursos de forma precipitada.
No mais, a forma de uma NBO também é influenciada pela parte que possui a posição mais forte na negociação. Um comprador bem-posicionado tende a preferir uma NBO mais generalista e um longo prazo de exclusividade. Já a parte vendedora tende a preferir NBOs detalhadas, com regras específicas, pois, assim que conferir a exclusividade, naturalmente, concederá ao comprador um grau maior de força e decisão. Assim, é inclusive aconselhável ao vendedor buscar o maior grau de detalhe e vinculação possíveis, principalmente em relação às regras de preço e ajuste de preço, antes de interromper negociações com outros potenciais investidores, pois, obviamente, é mais conveniente negociar e garantir certas condições enquanto a outra parte possui a ameaça ou a sensação de ameaça de outros concorrentes, que se dissolve após garantida a exclusividade.
Em relação a ser objetiva ou detalhada e aos tópicos apontados como vinculantes ou não vinculantes, há inúmeras variáveis que podem influenciar a equação na busca da NBO ideal, inclusive, como exposto, em determinados casos podem surgir outras questões específicas que precisem ser abordadas, para que sirva de documento preciso, equilibrado e aderente aos interesses das partes.
Assim, para que se obtenham os resultados esperados e sejam preservados os interesses, resta evidente a importância de uma NBO no curso de uma transação de M&A, não havendo uma receita pronta para sua formulação e/ou negociação, sendo necessária precisão cirúrgica para manobrar as forças em jogo, ponderando vantagens e desvantagens, sendo necessária experiência para não cometer erros e precipitar ou postergar resultados indesejados.
Avaliação técnica e independente para decisões sólidas.
Avaliações e/ou laudos para compra e venda, entrada de investidores, saída de sócios, sucessão, processos judiciais e crédito. Fluxo de caixa descontado e múltiplos, com premissas documentadas que sustentam o resultado perante contrapartes, credores e/ou o Judiciário.
Para que você precisa do valuation?
Apuração de haveres e avaliação da participação, com critério técnico que reduz a controvérsia.
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Faixa de preço para ofertas e negociação. Mais de 40 transações concluídas com sucesso.
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Modelo desenvolvido sob medida para cada empresa, em quatro etapas, com base nas metodologias de referência do mercado: fluxo de caixa descontado e múltiplos comparáveis.
Análise das demonstrações financeiras históricas, normalização do EBITDA e entrevistas com a administração.
Projeções de resultados e caixa e cálculo do custo de capital (WACC) específicos para a empresa.
Comparação entre fluxo de caixa descontado e múltiplos para definição e validação do intervalo de valor.
Laudo com premissas e cálculos documentados, apto a ser apresentado a sócios, investidores ou ao Judiciário.
Projeção dos fluxos de caixa livres da empresa, descontados a valor presente pelo custo médio ponderado de capital (WACC).
Múltiplos observados em companhias abertas e transações comparáveis, aplicados a indicadores como EBITDA e receita.
1 a 2 semanas
2 a 3 semanas
1 semana
1 semana
Tempo total estimado: 4 a 7 semanas
O prazo depende do porte da empresa, da disponibilidade das informações e da finalidade do laudo.
Alguns clientes que já contaram com o apoio da Magma para avaliar empresas e ativos.
A Magma divulga apenas clientes que autorizaram expressamente a menção.
Descreva brevemente o contexto. A Magma entrará em contato para alinhar a finalidade da avaliação, o prazo e a documentação necessária.
Obrigado. A Magma vai responder no e-mail informado.
Quatro etapas, com entregas claras em cada uma. O cronograma é ajustado a cada mandato.
1 a 2 meses
2 a 5 meses
1 a 3 meses
1 a 2 meses
Tempo total estimado: 6 a 12 meses
O prazo varia com o porte da empresa, a organização das informações, o número de interessados e as aprovações regulatórias envolvidas.
1 a 2 meses
2 a 4 meses
1 a 3 meses
1 a 2 meses
Tempo total estimado: 6 a 12 meses
O prazo varia com o porte da empresa, a organização das informações, o número de interessados e as aprovações regulatórias envolvidas.
Análises, artigos e publicações da Magma sobre M&A, captação de recursos e mercado.
Acompanhe posts, comentários de mercado e novidades da Magma em nossa página.
A Magma divulga apenas informações públicas e/ou mediante autorização.
Sell-side
adquiriu a totalidade do capital da
2026
Sell-side
adquiriu a totalidade do capital da
2026
Sell-side
adquiriu a totalidade do capital da
2025
Sell-side
adquiriu a totalidade do capital da
2025
Sell-side
adquiriu a totalidade do capital da
2025
Sell-side
adquiriu a totalidade do capital da
2025
Buy-side
adquiriu a totalidade do capital da
2025
Buy-side
adquiriu a totalidade do capital da
2025
Sell-side
adquiriu a totalidade do capital da
2025
Buy-side
Ehrmann AG
adquiriu 70% em jan/18 e mais 30% em ago/23 do capital da
Trevo Lácteos S.A.
Valuation
Banco Santander S.A.
A Magma realizou a avaliação econômico-financeira de ativo estratégico ao Banco Santander.
Sell-side
Coopercarga S/A
adquiriu o controle da
TSV Transportes Rápidos
Sell-side
Thoughtworks Holding Inc.
adquiriu a totalidade do capital da
Handmade Design
Sell-side
Editora Schwarcz S.A.
adquiriu a totalidade do capital da
Japorama Editora e Comunicação Ltda.
Sell-side
Gaya Empreendimentos e Participações S.A.
adquiriu a totalidade do capital da
Carioca Calçados Ltda.
Buy-side
Indústria e Comércio de Laticínios Pereira Ltda.
adquiriu a totalidade do capital da
Laticínios Carolina Ltda.
Sell-side
Laticínios São João S.A.
adquiriu a totalidade do capital da
Laticínios Oscar Salgado Ltda.
Buy-side
BRQ Indústria de Alimentos S.A.
adquiriu a totalidade do capital da
Laticínios Matinal Ltda.
Sell-side
Granarolo S.p.A.
adquiriu a totalidade do capital da
Allfood Importação, Indústria e Comércio Ltda.
Sell-side
BBM Logística S.A.
adquiriu a totalidade do capital da
Translag Transporte e Logística Ltda.
Buy-side
Emmi Group
adquiriu 40% em jun/17 e mais 30% em ago/19 do capital da
Laticínios Porto Alegre Indústria e Comércio Ltda.
Sell-side
Softplan Planejamento e Sistemas Ltda.
adquiriu uma participação minoritária na
Tichealth Tecnologia da Informação Ltda.
Sell-side
Leprino Foods
adquiriu 49% em dez/16 e mais 51% em abr/18 do capital da
Lactojara Indústria e Comércio de Laticínios Ltda.
Fusão
Sooro Concentrado S.A.
fundiu-se com a
Relat – Laticínios Renner Ltda.
A Magma assessorou a Sooro nesta transação.
Sell-side
Grupo Pikolin
adquiriu a totalidade do capital da
Sleep House Colchões e Acessórios Ltda.
Sell-side
Granarolo S.p.A.
adquiriu 60% em dez/15 e mais 40% em jul/19 do capital da
Yema Distribuidora de Produtos Alimentícios Ltda.
Sell-side
Bozzano Investimentos Ltda.
adquiriu uma participação minoritária na
NRE Participações S.A.
Sell-side
Investidor (pessoa física)
adquiriu a totalidade do capital da
Agropecuária Tuiuti Ltda.
Fusão
Porto Del Rei Laticínio Ltda.
fundiu-se com a
Laticínio São Vicente de Minas S.A.
A Magma assessorou a Porto Del Rei nesta transação.
Sell-side
JSL S.A.
adquiriu a totalidade do capital da
Quick Logística Ltda.
Sell-side
A.R.C. Logística e Alimentos Ltda.
adquiriu a totalidade do capital da
Laticínios Tânia Indústria e Comércio
Sell-side
General Mills Inc.
adquiriu a totalidade do capital da
Laticínios Carolina Ltda.
Buy-side
Laticínios Bela Vista Ltda.
adquiriu a marca Leitbom da
LBR – Lácteos Brasil S.A.
Sell-side
Suprirt Participações Ltda.
adquiriu participação majoritária na
Rápido Transportes Ltda.
Valuation
Laticínios Verde Campo Ltda.
A Magma realizou a avaliação econômico-financeira.
Sell-side
Grupo Lactalis
adquiriu a totalidade do capital da
Balkis Indústria e Comércio de Laticínios Ltda.
Screening
Bongrain S.A.
Polenghi Indústrias Alimentícias Ltda.
A Magma assessorou a Bongrain na avaliação de alternativas de investimento.
Sell-side
Investidor-anjo
adquiriu uma participação majoritária na
Envest Serviços Educacionais Ltda.
Valuation
Multicobra Cobrança Ltda.
A Magma realizou a avaliação econômico-financeira.
Buy-side
LPS Brasil Consultoria de Imóveis S.A.
adquiriu participação majoritária na
Piccoloto Empreend. Imobiliários Ltda.
Valuation
Paschoalotto Serviços Financeiros Ltda.
A Magma realizou a avaliação econômico-financeira.
Sell-side
Helixxa
adquiriu participação majoritária na
Nefrocare
Buy-side
LPS Brasil Consultoria de Imóveis S.A.
adquiriu participação majoritária na
Cappucci & Associados Consultoria Imobiliária
Sell-side
Gávea Investimentos e HSBC
adquiriram uma participação majoritária na
Camisaria Colombo
A Magma assessorou, com escopo limitado, os vendedores nesta transação.
Buy-side
LPS Brasil Consultoria de Imóveis S.A.
adquiriu participação majoritária na
Erwin Maack & Associados S/C Ltda.
Buy-side
LPS Brasil Consultoria de Imóveis S.A.
adquiriu participação majoritária na
Condessa Cantareira Empreend. Imobiliários Ltda.
Nenhuma transação deste tipo.
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Use este canal para relatar, de boa-fé, condutas contrárias à lei ou ao Código de Conduta da Magma, envolvendo sócios, colaboradores, clientes, parceiros ou fornecedores. Você pode se identificar ou enviar o relato de forma anônima.
Guarde o número de protocolo abaixo. Ele identifica o seu relato caso você queira complementá-lo depois, mesmo de forma anônima.
Para complementar, envie um novo relato informando este protocolo no início do texto.
Diretrizes que orientam a conduta de sócios, colaboradores e de todos que se relacionam com a Magma. Versão de março de 2026.
1 Advocacy significa atuar de forma organizada para influenciar tomadores de decisão e a opinião pública, com objetivo de modificar ou manter determinada política pública de interesse amplo. Ações de advocacy procuram influenciar políticas públicas que trarão impacto positivo para a sociedade civil como um todo.
São Paulo, março de 2026.
Magma Brasil Consultoria Ltda.
Ernani Ponce
Marcos Alberto Magnani Júnior
2 A Liderança da MAGMA é composta pelos seus sócios sêniores: Ernani Ponce, Marcos Magnani e Marlos Nogueira.
M&A
Assertividade nas combinações entre empresas e pessoas.
Venda total ou parcial de participação: valuation, material de apresentação, seleção e abordagem de compradores, negociação, due diligence, fechamento e pós-fechamento.
Aquisições estratégicas: mapeamento de alvos, abordagem, estruturação da proposta, coordenação de due diligence, acomodação de contingências, fechamento e pós-fechamento.
DCM
Captação de recursos financeiros para a sustentabilidade de negócios.
Aporte de recursos via mercado de capitais e operações estruturadas, assessoria em rodadas com fundos, gestoras, family offices, bancos de investimento e investidores estratégicos.
Estratégia
Preparação de empresários e organizações para processos de transição ou reorganização.
Apoio na organização financeira, societária e de governança que antecede ou acompanha a transação, em conjunto com os assessores jurídicos e contábeis do cliente.